domingo, 8 de abril de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Apelo - Tourada em Barcelos, NÃO
Carta enviada à CM e BV de Barcelos, Cc Minho Anti-touradas
Excelentíssimo Senhor Presidente da Direção dos Bombeiros Voluntários de Barcelos,
Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Barcelos,
Tomámos conhecimento de que está a ser anunciada uma tourada para decorrer nesse município no dia 6 de Maio (http://www.taurodromo.com/agenda/1087/corrida-de-toiros-barcelos-6-de-maio-de-2012.aspx).
A indústria tauromáquica, encontrando-se em avançado estado de declínio, está a tentar, recorrendo a praças ambulantes, entrar em zonas do país onde a tradição das touradas não existe e, para que se torne menos intolerável para as populações, recorre a manobras como a beneficência. Não é pois de estranhar a escolha desse concelho nem a componente da angariação de verbas para a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Barcelos, chegando-se ao cúmulo de se invocar a memória de alguém que já não se encontra com vida, na tentativa de se justificar que se acabe violentamente, aos poucos e sob aplausos, com a vida de animais inocentes (http://www.barcelos-popular.pt/index.php?zona=ntc&tema=3&lng=pt&id=4017).
Perguntando-nos por que motivo a generosidade dos BVB não se vai estender a estes inocentes seres, concluímos que talvez seja por falta de noção do sofrimento que, na realidade, está contido nas touradas. E, por isso, pedimos ao Sr. Presidente da Direção dos BVB o favor de transmitir aos seus homens, o seguinte:
- A tauromaquia é uma atividade onde impera a extrema crueldade contra animais indefesos. Os cavalos sofrem física e psicologicamente. Os touros, totalmente desrespeitados, sofrem ainda mais e por um período de tempo mais alargado. Em termos muito gerais, e reportando-nos exclusivamente ao período que se inicia algumas horas antes do espetáculo em si, estes seres sencientes começam a sofrer e a ficar debilitados durante a fase de preparação para as corridas à portuguesa - seja, por exemplo, durante o transporte ganadaria-praça, em que o stress os faz perder cerca de 10% do seu peso, seja na preparação dos seus cornos (vide sff http://www.youtube.com/watch?v=sKycgcoxedQ). Na arena, não faltam sinais de medo, confusão, stress, exaustão, dor e muito sofrimento, sinais estes que, por desconhecimento, nem sempre são identificados (vide sff http://mgranti-touradas.blogspot.com/2012/03/corridas-portuguesa-sinais-de.html). Já fora do alcance da vista do público, os ferros/bandarilhas são arrancados, à força, do dorso das vítimas, o que lhes provoca enormes buracos e feridas e um sofrimento-atroz marcado por ensurdecedores berros de dor. Por fim, na quase totalidade dos casos, resta-lhes aguardar um a três dias, em tremenda agonia, pelo abate em matadouro.
Os BVB ainda estão a tempo de, numa atitude de grande coragem, decência e bondade, se dissociarem da “Grandiosa Corrida de Touros” a seu favor. Fica o nosso apelo a essa nobre Instituição, na pessoa do Sr. Presidente da Direção Dr. Vitor Coutinho.
Face ao exposto, bem como à forte contestação social de que a tourada em causa está a ser alvo, e tendo em conta que a realização de corridas de touros em praças ambulantes carece de autorização e licenciamento por parte do Município onde se pretende a instalação destas, apelamos à Câmara Municipal de Barcelos, na pessoa de V. Exa, Sr. Presidente Miguel Costa Gomes, para que recuse conceder qualquer licença ou autorização para a realização desta, ou de qualquer outra, tourada.
Agradecendo antecipadamente a atenção dispensada e ficando na expectativa de uma resposta a esta mensagem que esperamos que seja positiva,
Com os melhores cumprimentos,
MARINHENSES ANTI-TOURADAS
Marinha Grande – Portugal
Que o Galo de Barcelos cante bem alto antes da data prevista para a aplaudida morte lenta dos 6 inocentes bovinos!...
domingo, 1 de abril de 2012
Causas Nacionais - Animais e Educação
Além da noticia de hoje no Jornal de Notícias, deixamos os links de acesso aos movimentos da causa animal, para que possa votar:
- Abolição das corridas de touros - http://
www.portugal.gov.pt/pt/ o-meu-movimento/ ver-movimentos.aspx?m=98; - Abolição da utilização de animais em circos - http://
www.portugal.gov.pt/pt/ o-meu-movimento/ ver-movimentos.aspx?m=217
terça-feira, 27 de março de 2012
Público - Movimentos Antitourada Pedem Fim dos Apoios do Estado às Corridas
Nota:
Caso tenha dificuldade em visualizar convenientemente o texto, abra a imagem em *nova janela* e já dará para a ampliar.
sábado, 24 de março de 2012
Você decide! - Muito Público, "Meia Casa" ou Muito Cimento
![]() |
Você decide:
(1) Muito público (Arronches em Notícia, Rádio Elvas);
(2) Meia casa (Diário Taurino);
(3) Pouca afluência de público - Menos de meia casa (Farpas);
(4) Era suposto estar mais gente na Praça - Muito cimento à vista (Planeta dos Touros)!
Excertos dos diversos artigos:
(1) Muito Público e Animação
“Este sábado dia 10 de Março de 2012, foi inaugurada a temporada tauromáquica 2012 na Praça de Touros de Arronches, com um animado Festival Taurino Misto a favor do Fundo de Assistência do Grupo de Forcados Amadores de Arronches.
O mesmo teve lugar pelas 15h30, com muito publico a aproveitar a bonita tarde de sol e a assistir ao espectáculo nas bancadas. (...) Em suma um espectáculo entretido e agradável onde a nota dominante foi o muito publico que respondeu à chamada e colaborou com o do Fundo de Assistência ao Grupo de Forcados Amadores de Arronches, participando neste Festival Taurino que atraiu também muitos visitantes vindos da região e da vizinha Extremadura espanhola."
Fonte: http://www.radioelvas.com/index.php?option=com_content&view=article&id=6716:festival-taurino-inaugurou-temporada-2012-na-praca-de-touros-de-arronches&catid=1:regional&Itemid=25 + http://curiosidadesnoticiaselvas.blogspot.com/2012/03/festival-taurino-de-arronches-10-marco.html
(2) Meia Casa e Nada de Especial
“O festival taurino hoje realizado em Arronches não foi nada de especial… Fica marcado por bons momentos de toureio por parte de alguns cavaleiros e pela qualidade dos amendoins e batatas fritas (…)
Dirigiu o festejo (meia casa) Agostinho Borges, assessorado pelo Dr. José Guerra.”
(3) Pouca Afluência de Público - Menos de Meia Casa
“O festival de Arronches registou pouca afluência de público - menos de meia casa (…)”
(4) Não Fica para a História, Havia Muito Cimento à Vista
“Não fica para a história este festival que teve lugar em Arronches no passado dia 10 de Março, cuja finalidade era angariar fundos para as necessidades na assistência aos Forcados Amadores de Arronches, quando dela precisam.
Num dia esplendoroso de sol com início às 15h30, era suposto estar mais gente na praça, até porque os bilhetes eram a preço acessível. Assim não aconteceu e apenas os lugares de sombra estavam compostos, ao passo que no sol havia muito cimento à vista.”
Será que se realizaram vários festivais taurinos no mesmo dia em Arronches?
Touradas | DNOTICIAS.PT
Vem esta carta a propósito das touradas; não são essas que já estão a imaginar, são as outras, as originais, aquelas que se passam dentro de uma arena.
Toda aquela adrenalina ritualista: os touros, os forcados, os bandarilheiros, os toureiros, os cavalos, os aficionados, as vacas, enfim... um mundo de rituais que gira unicamente em torno do sofrimento de um animal: o touro.
Quanto mais sofrimento se inflige ao touro mais empolgante fica o ambiente e mais credibilidade ganha o toureiro, para gáudio dos aficionados. É um cenário de dor, de crueldade, de sofrimento. Mais modernamente chamado de "tradição", "costume", "hábito", etc.
Haverá no ser humano um impulso inconfessável para assistir á dor alheia? Ao sofrimento? Ao sangue derramado?
Um psicólogo explicaria isso melhor, certamente!
O mais curioso é quando se assiste ao início da lide tauromáquica. O toureiro, ou os forcados, benzem-se, fazem o sinal da cruz junto aos lábios e rogam uma prece a Deus. Que pedirão eles a Deus? "Senhor, façai com que me saia bem desta lide, não deixes cair o animal na tentação de me magoar, mas permiti que eu o possa magoar à-vontade". Será alguma coisa deste género?
Mas não saberão eles que os animais também são criaturas de Deus? Ou pensarão eles que nesta luta desigual, entre touro e toureiro, vencerá apenas aquele que roga a Deus?
Na verdade estas tradições populares trazem consigo uma espécie de feudalismo desadequado no tempo, onde outrora, os senhores donos do mundo se refastelavam em assistir ao sofrimento infligido nas arenas a muitos inocentes. E o povo, esse, ia na onda, gritava vivas de alegria, urras, bis... etc.
Felizmente a mentalidade do povo começa a mostrar sinais de negação a estas atrocidades, e actualmente já existem organizações populares que se colocam frontalmente contra estas ditas "tradições". Bem hajam. Os animais agradecem.
Toda aquela adrenalina ritualista: os touros, os forcados, os bandarilheiros, os toureiros, os cavalos, os aficionados, as vacas, enfim... um mundo de rituais que gira unicamente em torno do sofrimento de um animal: o touro.
Quanto mais sofrimento se inflige ao touro mais empolgante fica o ambiente e mais credibilidade ganha o toureiro, para gáudio dos aficionados. É um cenário de dor, de crueldade, de sofrimento. Mais modernamente chamado de "tradição", "costume", "hábito", etc.
Haverá no ser humano um impulso inconfessável para assistir á dor alheia? Ao sofrimento? Ao sangue derramado?
Um psicólogo explicaria isso melhor, certamente!
O mais curioso é quando se assiste ao início da lide tauromáquica. O toureiro, ou os forcados, benzem-se, fazem o sinal da cruz junto aos lábios e rogam uma prece a Deus. Que pedirão eles a Deus? "Senhor, façai com que me saia bem desta lide, não deixes cair o animal na tentação de me magoar, mas permiti que eu o possa magoar à-vontade". Será alguma coisa deste género?
Mas não saberão eles que os animais também são criaturas de Deus? Ou pensarão eles que nesta luta desigual, entre touro e toureiro, vencerá apenas aquele que roga a Deus?
Na verdade estas tradições populares trazem consigo uma espécie de feudalismo desadequado no tempo, onde outrora, os senhores donos do mundo se refastelavam em assistir ao sofrimento infligido nas arenas a muitos inocentes. E o povo, esse, ia na onda, gritava vivas de alegria, urras, bis... etc.
Felizmente a mentalidade do povo começa a mostrar sinais de negação a estas atrocidades, e actualmente já existem organizações populares que se colocam frontalmente contra estas ditas "tradições". Bem hajam. Os animais agradecem.
Subscrever:
Mensagens (Atom)




