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segunda-feira, 8 de junho de 2026

📧 Mêda: Pedido de Cancelamento de uma tourada e da Não Concessão de Apoios Públicos à tauromaquia


Por favor, faça chegar uma mensagem aos órgãos autárquicos de Mêda (distrito da Guarda) a pedir o cancelamento de uma tourada que está a ser anunciada para o próximo dia 21, bem como a demonstrar indignação pelos apoios públicos concedidos.

A autarquia de Mêda decidiu introduzir pela primeira vez uma tourada no concelho, integrá-la numa feira municipal e afetar recursos públicos à sua organização!

Basta enviar a mensagem sugerida, ou outra do género.
___________________

Para: presidente@cm-meda.pt, carlasequeira@cm-meda.pt, carlosmontez@cm-meda.pt, carlosfial@hotmail.com, geral@cm-meda.pt

Cc: marinhenses.antitouradas@gmail.com

Mensagem sugerida:

Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Mêda,
Excelentíssimos Senhores Vereadores,
Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia Municipal de Mêda,
Excelentíssimos Senhores Deputados Municipais,

Tomei conhecimento de que está prevista a realização de uma “corrida de touros” em Mêda no próximo dia 21 de junho, integrada na V Feira das Atividades do Mundo Rural. 

Manifesto a minha profunda discordância relativamente à realização deste evento de violência gratuita contra animais, bem como ao apoio institucional e financeiro que lhe está a ser concedido pelo Município de Mêda.

Causa-me particular estranheza que esse Município promova a realização de uma tourada numa localidade onde, segundo a própria divulgação efectuada pela autarquia, este “espectáculo” está para ter lugar pela primeira vez. Não se trata, portanto, sequer da preservação de uma tradição local, mas sim da introdução de uma prática que não faz parte da identidade cultural do concelho de Mêda.

Acresce que, segundo informação disponível publicamente no Portal BASE, o Município de Mêda celebrou um contrato no valor de 25.000 euros para a organização deste "espectáculo" tauromáquico. Considero particularmente preocupante a utilização de recursos públicos para apoiar e promover uma actividade que suscita uma forte e crescente contestação numa sociedade que se quer justa, empática e ética.

Independentemente da posição de cada cidadão sobre a tauromaquia, parece-me legítimo questionar se a afectação de verbas municipais a este tipo de evento corresponde às prioridades e expectativas dos munícipes.

Por todos os motivos expostos, apelo à Câmara Municipal de Mêda para que reconsidere a realização desta tourada e proceda ao cancelamento da mesma, e também para que assuma o compromisso de não voltar a promover, financiar, organizar ou apoiar institucionalmente outras no futuro, direcionando os recursos públicos municipais para iniciativas culturais, recreativas e turísticas que não assentem na exploração e no sofrimento de animais.

Solicito igualmente à Assembleia Municipal que acompanhe este assunto no exercício das suas funções de fiscalização da actividade municipal e promova o necessário debate público sobre a utilização de recursos municipais para este tipo de iniciativas, pelo que solicito o encaminhamento da presente mensagem aos membros da Assembleia Municipal de Mêda.

Agradeço antecipadamente a atenção dispensada, ficando na expectativa de que a tourada em causa seja cancelada.

Com os melhores cumprimentos,
[NOME]
[LOCALIDADE]

segunda-feira, 11 de abril de 2022

Touros Morrem por Asfixia - Confirmado


Sabiam que há touros que morrem por asfixia, enquanto aguardam que os desencarcerem para as largadas?
 
Acabou de ser confirmado por Jorge Carvalho, professor do Instituto Superior Técnico, e ganadeiro há 50 anos.

“Os toiros sofrem é quando prolongam a lide em demasia ou em VFX nas largadas quando estão mais de 45 minutos à espera e morrem por asfixia nos curros.”


Isto tem de ser amplamente divulgado.

[Em “Primeiro Colóquio da Semana da Cultura tauromáquica de VFX”. Fonte: último parágrafo aqui]

 

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Petições

Este indivíduo vai ser dilacerado amanhã em Évora, Portugal. Dizem que é Cultura!

E é com essa da "Cultura" que as touradas vão continuando a ser permitidas.

Entendem a importância de toda a gente assinar as seguintes Petições?

Petição: Leiria - Capital Europeia da Cultura, Sem tauromaquia

e

Petição: Contra a classificação da tauromaquia como Património Cultural Imaterial de Portugal

Bom fim-de-semana.

sábado, 20 de janeiro de 2018

Estatísticas Oficiais Animadoras - Tauromaquia em Queda

Foi, esta semana, tornado público o "Relatório da Atividade Tauromáquica 2017", da IGAC - Inspeção-geral das Atividades Culturais (entidade tutelada pelo Secretário de Estado da Cultura).

Os dados oficiais contidos no referido relatório permitem constatar o seguinte:

  • Desde 2009 que, ano após ano, o número de "espectáculos" tauromáquicos tem vindo a decrescer.
  • De acordo com um método de contagem de espectadores que incorpora uma enorme margem de erro*, e ainda que em 2016 o número de espectadores tenha sido menor que o de 2015, mas aparentemente também ligeiramente menor que o de 2017 (ver quadro IGAC), não há dúvidas de que a o número de espectadores vai decrescendo e tendendo para zero, conforme se pode perceber melhor pelo quadro seguinte:


Tal como mencionado nos gráficos acima, os mesmos foram elaborados por nós, mas os dados são os da IGAC. Segue-se uma cópia do quadro de onde foram retirados.


As estatísticas são animadoras, pois demonstram que a tauromaquia vai perdendo público e que a indústria tauromáquica, a contar com cada vez menos touradas, menos entradas e, como tal, menos receitas, vai ficando enfraquecida. Este enfraquecimento, a par de toda a contestação de que as touradas vão sendo alvo, traduzir-se-á, muito em breve, na abolição da tauromaquia. 

_______
* Conforme referido no relatório da IGAC "(...) efetuou-se cálculo por estimativa do número de espetadores presente nos espetáculos. Este número é calculado com base nos números identificados pelos Delegados Técnicos Tauromáquicos em cada espetáculo." Ou seja, há um elemento subjectivo no cálculo do número de espectadores. Cada delegado técnico tauromáquico refere que há, por exemplo, 1/2 ou 1/3 ou 1/4 de lugares preenchidos, sendo que é com base nesta técnica (e no número de lugares que determinada praça de touros tem) que o número de espectadores é apurado, nunca sendo, como tal, rigoroso.  

sábado, 13 de março de 2010

43 - CULTURA – Definição


In Facebook, MARINHENSES ANTI-TOURADAS – Comentário de Caiado ao Post de 12/03/2010, 12:00

(...) «Culltura é evolução. Daí, a experimentação animal. Cultura é alegria. Daí as vestes garridas e apaneleiradas dos que gravitam`covardemente em redor do indefeso animal. Cultura é obscenidade, daí os jogos de anca, as provocações de um marialvismo com tiques de bestialismo (também zoofilia, uma parafilia, portanto). Cultura é populaça ululante, aconchegada no conforto do número, não vários contra um, o touro, mas vários MILHARES contra um, já que todos são criminosos, na arena e na bancada. Cultura é isto, forçar um animal elegante, leve, belo e amável, pacífico e obediente, de esporas cravadas a temer mais o cavaleiro-PSICOPATA que o animal dotado de haste, o bovino. Cultura é isto, ACIRRAR animal contra animal numa 'chega' desigual e com todo um ambiente atordoante al rededor para os apurados sentidos de uma criatura pacífica, indefesa e sensível - o touro. Cultura, é a máscara. Como num teatro, a máscara do criminoso, o gorro do carniceiro que desenvolve técnicas de confronto cada vez mais desigual de modo a ditar o resultado com pretensões de uma 'bravura' ensaiada e PROGRAMADA, servida como acto valente aos otários que cumpicemente assistem e que, apenas interessados no SANGUE, excitados sexualmente com o pegar na cauda do touro, com o perceber-lhe o membro fálico ora dentro ora saindo da ponta penugenta, EXCITADOS na sua líbido MÓRBIDA com o sofrimento, vendo o equídeo abrir o esfíncter e defecar na areia, o touro, em sevícia tortuosa e em falência orgânica, URINANDO de medo, em convulsão de sentimentos. Bem diz Saramago, o touro quando entra na arena, "entra alegre. Ou pelo menos assim acredita". Mais ou menos isto.

Cultura. Para além das definições anteriormente avançadas, acrescente-se esta: acto gentil e mariconço de sentir excitação sexual com sofrimento de animais em situação exangue e com o AVAL do também gentil e porreiro, pá, o Primeiro-Ministro de Portugal, José Sócrates. A História, digo, a história da Cultura, NÃO O ESQUECERÁ.

E, se a memória do povo é curta, A MEMÓRIA DOS ANIMAIS e seus amigos, não o será JAMAIS.»